O PREÇO DA FELICIDADE
Último Capítulo
Capítulo 143
No hospital, Érica desperta lentamente; amigos e familiares entram no quarto, emocionados, e ela tenta tranquilizar todos com um sorriso suave: “Vai ficar tudo bem, gente…”; de repente, Norma surge na porta; o clima pesa; Érica pede para ficar a sós com ela; todos (Ari, Priscila, Bárbara, Marlene, Erick, Angélica, Bruna, Jéssica, Lázaro e Gustavo) se retiram; as duas ficam frente a frente; Norma garante que o atropelamento foi um acidente, e Érica, firme, retruca que sempre soube disso; Norma, tomada pela culpa, se ajoelha e pede perdão por tudo o que fez, inclusive por ter acusado injustamente a filha pela morte de Eduardo; Érica parece quase se comover, mas começa a rir e rejeita completamente o perdão, afirmando que é tarde demais e que só agora a mãe resolveu admitir a verdade; Norma tenta explicar que já vinha refletindo, mas Érica não acredita; Norma insiste, porém sem sucesso; a protagonista chama os seguranças, que removem a vilã aos gritos; assim que fica sozinha, Érica chora, revelando ao público que não perdoou a mãe por ainda estar indecisa. Alguns dias depois… Érica retorna para casa apoiada em muletas e é recebida em um almoço especial, cercada de familiares e amigos — Lázaro, Bruna, Jéssica, Ari, Bárbara, Priscila e Marlene; a refeição acontece em um clima afetuoso, marcando a recuperação emocional do grupo..Corte de cena onde, pouco tempo depois, o diretor de jornalismo do TUDEB, Jôse Luíza Neta (Ágatha Moreira) visita Érica em casa e lhe oferece o cargo de apresentadora do jornal do horário nobre assim que estiver recuperada; as duas estão a sós na sala da mansão; proposta deixa a jornalista imensamente feliz; após alguns segundos, Érica topa e as duas apertam as mãos ao final da cena. Enquanto isso, Beethoven comunica à família que Susana está perdendo as faculdades mentais na prisão e que a transferência da vilã para um presídio psiquiátrico é inevitável; a notícia entristece Miranda e Erick, que lamentam o triste fim da antagonista.
Abertura (02° Bloco)
Com a saúde avançando, Érica passa uma tarde em um piquenique ao lado de Ari e Bárbara, em um cenário tranquilo; o momento simboliza a realização do sonho de formarem uma família unida. No dia seguinte… Norma liga para Érica e a convence a encontrá-la na delegacia; a protagonista, mesmo desconfiada, aceita. Corte de cena onde, na parte externa da delegacia, mãe e filha ficam frente a frente mais uma vez; as duas têm um diálogo onde a protagonista tenta saber onde a megera quer chegar, mas Norma apenas pede que Érica a acompanhe; a jornalista, mesmo desconfiada, acaba aceitando. Dentro do local, Norma conduz a filha para a sala do delegado; chegando lá, exige, diante da autoridade, que ela confirme supostos crimes cometidos pela própria megera (como a calúnia, o suborno, a tentativa de golpe, a tentativa de assassinato, dentre outros) tentando forçar uma confissão que a levaria à prisão; Érica, querendo estar em paz e sair dessa situação o mais rápido possível, nega tudo, recusando-se a validar qualquer acusação; percebendo que não conseguirá se incriminar como deseja e tomada por um desespero extremo, Norma saca um revólver escondido na bolsa e atira no pescoço de um policial; o sangue esguicha enquanto o homem cai lentamente, gravemente ferido; o delegado age imediatamente ordena a prisão da vilã, que é algemada automaticamente por polícias que surgem logo a seguir, enquanto tenta, em vão, pedir perdão à filha, ao mesmo tempo em que é conduzida à força até a cela; o delegado começa a ligar para a ambulância, e Érica, chocada pelo ato insano, permanece estática, ainda tentando compreender o que acabou de acontecer; em meio ao impacto, a imagem escurece lentamente… 1 ano e meio depois… 2026. O Rio de Janeiro surge em imagens panorâmicas: fachadas de casas aleatórias, imagens do Pão de Açúcar e takes do Cristo Redentor são avistados pelo grande público; pedestres pelas calçadas também são visíveis deles; um deles, sentado no banco, lê a seguinte notícia num jornal: "Ex-empresário Fausto Duarte é brutalmente e misteriosamente assassinado na prisão; confira os detalhes"; em seguida, vemos mais takes do RJ. Na faculdade, Bárbara recebe uma proposta por Igona Silveira (Juliana Paes) para atuar como coadjuvante na próxima novela do TUDEB, *O Crápula*, escrita pelo renomado autor Gabriel Pretto, e aceita com entusiasmo. Corte de cena onde ela divide a novidade com Jéssica e Erick, que comemoram ao seu lado.
03° Bloco (Intervalo)
Priscila e Charles jantam em um restaurante, onde o detetive a pede em casamento, e a moça aceita diante de todos os presentes; os dois se beijam e são aplaudidos pelos demais clientes. No presídio psiquiátrico, Erick, Miranda e Beethoven visitam Susana enquanto observam ela através do vidro, que aparece completamente desorientada, repetindo compulsivamente os nomes de Ari e Érica, enquanto circula pela área; eles observam, entristecidos, a profunda deterioração mental da vilã. Corte de cena onde Beethoven e Miranda lamentam as tragédias da trama, mas logo mudam o humor ao lembrarem que a sobrinha casou com um político e o neto vai se casar com a herdeira de uma família rica; mostrando que o lado trambiqueiro do casal nunca morreu, os dois comemoram ao tomarem um vinho, enquanto brindam o futuro próspero deles. No apartamento da família Oliveira, Angélica e Gustavo anunciam que vão ter um filho; a revelação é celebrada com alegria por Bruna, Lázaro e Jéssica; como de costume, todos eles abrem o champagne e comemoram ali mesmo, felizes e radiantes. Em um grande jardim, acontece o casamento duplo de Erick & Bárbara e Ari & Érica; muitos estão presentes — Priscila, Marlene, Bárbara, Gustavo, Miranda, Beethoven, Estela (com um novo visual), Bruna (segurando seu filho João) Angélica, Lázaro (com a pequena Maria nos braços) e Jéssica (com um namorado); a cerimônia é marcada por emoção, aplausos e muita festa, encerrando o ciclo de dores e reconciliações; em câmera lenta, vemos vários takes dos personagens sendo felizes, enquanto a imagem escurece lentamente. Visita na prisão… Em um dia de visitação na penitenciária feminina, Norma recebe a informação de que tem visita. Corte de cena onde ela segue até o pátio e encontra Érica sentada sob uma árvore, retornando da lua de mel; as duas conversam a sós; após um longo processo de reflexão, arrependimentos e aprendizado, ambas chegam a um acordo: Érica diz que jamais perdoará Norma, mas pode coexistir e talvez conviver num futuro próximo com ela tranquilamente, sem ressentimentos; a megera compreende e respeita a decisão, demonstrando maturidade emocional tardia e reconhecendo que não há mais favoritismos entre os filhos e que no fundo, sempre amou Érica, apesar de seus erros, porém, o seu orgulho era maior; um aperto de mãos sela a paz que sempre lhes foi negada; logo depois, Bárbara surge logo em seguida, revelando que também veio visitar a avó, surpreendendo as duas e se juntando ao momento, reforçando a união das três após tantos conflitos; avó, filha e neta ficam lado a lado, com a mais nova ao centro, enquanto as outras duas seguram a sua mão. Efeitos brilhantes passam pela tela.
F I M
Congelamento em Érica; Bárbara e Norma onde a imagem vira efeito amarelado e minimalista.
Capítulo exibido originalmente sexta feira; 26/06/2026.