O PREÇO DA FELICIDADE
Capítulo 118
O homem responsável pelos serviços solicitados por Susana no carro de Érica liga exigindo mais dinheiro para fugir, já que a polícia está investigando o caso; a vilã, aflita, promete “dar um jeito” e desliga o telefone, afundando ainda mais na própria frustração. No hospital, o médico aparece para dar a notícia que todos aguardavam; a família, silenciosa e tensa, recebe o golpe devastador: duas das crianças de Bruna nasceram bem, mas as outras duas não resistiram; Lázaro fica arrasado; Angélica o abraça, ressaltando que pelo menos Bruna e dois dos bebês sobreviveram; Jéssica chora e recebe um abraço imediato de Bárbara; Érica aperta a mão de Ari, que está cabisbaixo; o médico também revela que Bruna está sedada, e a câmera dá um close fechado no rosto de cada personagem. Susana é abordada por Miranda e Beethoven, que percebem seu humor sombrio; rápida, a vilã disfarça e diz que está apenas com dor de cabeça, e os pais acabam acreditando. Do lado de fora do hospital, Bárbara e Jéssica tentam processar a morte dos bebês; a moça agradece pelo apoio da amiga, que permanece firme ao seu lado; após receber mensagem de Bárbara, Erick corre até as duas; ao ouvir a notícia, ele se junta ao abraço coletivo, tentando consolar Jéssica e a namorada. Na casa de Estela e Sílvia, Ari chega cabisbaixo com o triste desfecho do parto; as duas mulheres também lamentam profundamente. Mais tarde, Estela chama Sílvia para uma conversa íntima: ela diz que tomou uma decisão importante, mas o conteúdo é ocultado do público. Ari retorna ao hospital e oferece mais apoio a Lázaro, que agradece por não estar sozinho no momento mais doloroso da vida. Enquanto caminha para o carro, Érica avista Susana ao longe; a vilã tenta provocá-la, chamando sua atenção, mas Érica — exausta, sem paciência para jogos — entra no carro e vai embora sem dar corda; Susana ri sozinha, como se tivesse vencido alguma disputa imaginária que só existe na cabeça doentia dela. Na casa Stewart, Duarte observa Fausto trabalhando em seu escritório; o olhar carregado de desprezo revela sua crescente desconfiança: ele já considera seriamente a possibilidade de o genro ter assassinado Milena. Érica chega em casa e conta tudo para Priscila e Marlene, sobre os bebês que Bruna perdeu e sobre o reencontro indesejado com Susana; as duas lamentam pelas crianças e pelo sofrimento de Bruna, mas tentam se apegar ao alívio de que dois bebês sobreviveram; quanto à vilã, Priscila dispara: “Atrevida e insuportável como sempre.” No hospital, Bruna desperta; Lázaro, com a voz embargada, conta com cuidado sobre a perda dos dois bebês; a mulher entra em desespero, chora compulsivamente e precisa ser sedada novamente; Lázaro desaba ao vê-la assim e se retira da sala após sua esposa receber uma nova anestesia. Anoitece. Na mansão Ferreira, Norma está no escritório de Érica, observando tudo que a filha conquistou — ainda que por caminhos tortuosos; seu semblante é indecifrável; de repente, a porta se abre; Estela surge; calma, firme, ela pergunta: “Posso entrar?”; a câmera alterna entre a serenidade da madame e a expressão surpresa de Norma com a presença de sua eterna rival.
Congelamento em Norma onde a imagem vira efeito amarelado e minimalista.
Capítulo exibido originalmente quinta feira; 28/05/2026.