sábado, 16 de maio de 2026

O Preço Da Felicidade - Capítulo 106

 


O PREÇO DA FELICIDADE 

Capítulo 106


Determinada a tentar mais uma vez o perdão de Ari, Érica chega ao escritório — mas congela ao flagrar Susana o assediando descaradamente; a protagonista não pensa duas vezes: avança, puxa a vilã pelo braço e desfere um tapa que ecoa pela sala; furiosa, chama Susana de assediadora diante de Ari; a vilã tenta revidar, mas Érica segura seu braço com firmeza, impedindo a bofetada; Ari, visivelmente desconfortável e revoltado, ordena que Susana se retire antes que a situação piore; humilhada e derrotada, ela obedece, mas não sem antes destilar ameaças enquanto deixa o local; respirando fundo, Ari agradece a Érica por intervir e pergunta o que ela foi fazer ali; tomada pelo orgulho e pela dor, Érica desiste de se humilhar novamente: ela apenas balança a cabeça, diz que não é mais importante e vai embora, deixando Ari com um semblante triste e confuso. Em casa, Ari chega devastado e procura conforto no colo de sua tia Sílvia, desabafando tudo enquanto ela o acolhe, silenciosa e compreensiva. Pouco depois, Susana chega à sua própria casa completamente histérica, jogando patadas em todos ao redor; a família (Erick, Beethoven, Miranda e Gisela) se entreolha, sem entender nada. Érica, por sua vez, se tranca no quarto: deita-se na cama, abraça o próprio travesseiro e finalmente desaba, chorando por não conseguir o perdão das pessoas que mais ama. Miranda tenta descobrir o que aconteceu com Susana, mas a vilã a expulsa do quarto e tranca a porta; sozinha, ela cai no chão e chora — mas é um choro de ódio, não de arrependimento. Marlene surge com uma xícara de chá para Érica e pergunta à protagonista se ela pode entrar, e a câmera alterna entre os rostos das duas, enquanto um instrumental de suspense dramático toca no fundo da cena.

Abertura (02° Bloco)

Érica aceita o chá, e as duas se põem a conversar; fragilizada, ela abre o coração e desabafa; Marlene a envolve em um abraço sincero, oferecendo o acolhimento que ela tanto precisava. Enquanto isso, Priscila passa o dia refletindo sobre todas as consequências de suas atitudes; um incômodo cresce dentro dela até se transformar em decisão: está na hora de pedir perdão à irmã. Erick tenta entender o que se passa com Susana, mas a mãe, quebrada e silenciosa, apenas o abraça com força; o rapaz retribui, sem saber o que dizer, sem saber o que pensar. Mais tarde, Norma encontra Érica abatida no corredor e tenta provocá-la, mas a protagonista, exausta e indiferente, simplesmente passa reto, ignorando a megera, o que irrita ainda mais Norma. Na empresa, Fausto recebe um telefonema que o deixa tenso: a organização rival voltou à ativa; o vilão entra em estado de alerta, temendo que uma guerra entre os grupos esteja prestes a começar. Duarte é surpreendido pela visita de dois chefes da polícia; com cuidado, eles revelam que encontraram o corpo de Milena; a princípio, o político recusa-se a acreditar, mas depois, o deputado desaba imediatamente; entre gritos e lágrimas, entra em surto e precisa ser contido pelos agentes, que tentam acalmá-lo; a cena fica em efeito de câmera lenta, à medida que um instrumental dramático cresce, e a imagem escurece lentamente… Anoitece. No quarto de Érica, a porta se abre devagar; Priscila entra; a protagonista se levanta, surpresa; a irmã para diante dela… respira fundo… então se ajoelha; com coragem e lágrimas nos olhos, Priscila pede perdão por tudo; ela abraça as pernas de Érica, implorando por uma chance de recomeçar; a protagonista, chocada, mal consegue reagir, e a câmera focaliza no olhar angustiante e no choro desesperador de Priscila. 


Congelamento em Priscila onde a imagem vira efeito amarelado e minimalista.


Capítulo exibido originalmente quinta feira; 14/05/2026.

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